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Óleos para fazer sabonete: como escolher os do seu primeiro lote

Uma barra de sabonete é tão boa quanto as gorduras que entraram nela. Quatro óleos comuns bastam para fazer uma muito boa, quando você sabe para que cada um deles está ali.

Recipientes de vidro com azeite de oliva e óleo de rícino ao lado de tigelinhas de óleo de coco sólido, manteiga de karité e manteiga de cacau, e uma barra cortada de sabonete claro, sobre um fundo verde-escuro

Em resumo

  • Os óleos duros (coco, palma, as manteigas, a banha) deixam a barra firme; os óleos moles (azeite de oliva, girassol, rícino) a deixam suave. Uma boa barra precisa dos dois.
  • Três ou quatro óleos comuns bastam. Azeite de oliva 60 %, coco 25 %, karité 10 % e rícino 5 % é uma primeira mistura segura, e é a mistura com que a calculadora abre.
  • Bem acima de 30 % de coco, a barra sai da faixa habitual de poder de limpeza; o rícino entra com cerca de 5 %, raramente acima de 10 %.
  • Qualquer tipo de azeite de oliva faz sabão. Os óleos de supermercado servem, desde que estejam frescos.
  • Nunca troque um óleo por outro sem recalcular. Coloque azeite de oliva no lugar do coco numa receita clássica e a barra fica com excesso de soda.
Nesta página

Cada gordura de uma receita de sabonete está ali para fazer um trabalho: deixar a barra dura, fazer espuma ou deixá-la suave. Nenhum óleo comum faz as três coisas sozinho, e é por isso que quase toda receita é uma mistura. Este guia explica o que os óleos de saboaria mais comuns trazem, dá uma primeira mistura com os números da nossa calculadora e mostra como comprar os óleos sem pagar por tipos que não fazem diferença nenhuma no sabão.

Óleos duros e óleos moles

Quem faz sabão classifica as gorduras pelo jeito como elas ficam na prateleira. Os óleos duros são sólidos à temperatura ambiente: óleo de coco, óleo de palma, manteiga de karité e de cacau, banha e sebo. Os óleos moles são líquidos: azeite de oliva e os óleos de girassol, de canola (colza), de amêndoas doces e de rícino.

A diferença está nos ácidos graxos, as cadeias que viram sabão (o guia de como o sabão é feito explica essa parte). As cadeias saturadas são retas e se arrumam bem juntas, então as gorduras ricas nelas são sólidas, e o sabão que elas fazem é duro e dura bastante. As cadeias insaturadas têm uma ou mais dobras, então as suas gorduras são líquidas, e os seus sabões são mais suaves, mais moles no começo e mais lentos para firmar.

Os oito ácidos graxos a partir dos quais se calculam as qualidades do sabãoO láurico (12 carbonos), o mirístico (14), o palmítico (16) e o esteárico (18) são saturados e contam para a dureza; o láurico e o mirístico contam também para o poder de limpeza e a espuma de bolhas, e o palmítico e o esteárico para a espuma cremosa. O ricinoleico (18 carbonos, uma ligação dupla, um grupo hidroxila) conta para o condicionamento, a espuma de bolhas e a espuma cremosa. O oleico (uma ligação dupla), o linoleico (duas) e o linolênico (três) contam para o condicionamento.Ácido graxoCadeia em escala (ligação dupla: segunda linha)Contado paraLáuricoC12:0DurezaLimpezaBolhasMirísticoC14:0DurezaLimpezaBolhasPalmíticoC16:0DurezaCremosaEsteáricoC18:0DurezaCremosaRicinoleicoC18:1 · 12-OHOHBolhasCremosaCondicionaOleicoC18:1CondicionaLinoleicoC18:2CondicionaLinolênicoC18:3CondicionaAs cadeias saturadas são retas e se arrumam compactas: uma barra dura. Cada ligação dupla dobraa cadeia e dá ao oxigênio um ponto de ataque: um sabão mais suave, que condiciona mais,mais mole e que rança mais depressa. As qualidades são uma convenção, não uma medição.
Os oito ácidos graxos a partir dos quais se contam as qualidades do sabão. As cadeias saturadas retas fazem barras duras; cada ligação dupla põe uma dobra na cadeia, o que dá um sabão mais suave, mais mole e que fica rançoso mais cedo.

Veja o que cada óleo comum faz sozinho, segundo a pontuação da calculadora:

Óleo, 100 % da receita Dureza Poder de limpeza Condicionamento Espuma de bolhas Espuma cremosa
Azeite de oliva 17 0 82 0 17
Óleo de coco 80 68 9 68 12
Óleo de palma 50 2 51 2 48
Manteiga de karité 45 0 54 0 45
Manteiga de cacau 61 0 38 0 61
Óleo de rícino 5 0 99 89 93
Faixa habitual 29–54 12–22 44–69 14–46 16–48

Qualidades de sabões feitos com um só óleo, segundo a nossa calculadora. As faixas são uma convenção da comunidade para uma barra do dia a dia, não uma medida.

Sozinho, o azeite de oliva faz uma barra suave e mole, e o óleo de coco, uma barra duríssima e agressiva para a pele. O rícino tem uma pontuação brilhante no papel e, na prática, faria uma barra mole e pegajosa, e é por isso que esses números devem ser tratados como um guia, e não como um veredito. O guia de ácidos graxos explica o que eles medem e o que deixam escapar.

O que os cinco de sempre trazem

Azeite de oliva

Principalmente ácido oleico, cerca de 69 % no meio da sua faixa publicada. Faz um sabão muito suave e condicionante, com uma espuma pequena e cremosa. Também chega ao traço devagar e endurece devagar, o que dá tempo ao iniciante para trabalhar. A maioria das primeiras receitas usa de 40 a 60 % de azeite de oliva.

Óleo de coco

Ácidos láurico e mirístico, cerca de 49 % e 19 %, cadeias curtas que fazem uma barra muito dura, com bolhas grandes e rápidas. As mesmas cadeias fazem do coco o óleo de maior poder de limpeza do kit, demais para algumas peles em doses altas. As cadeias curtas também significam mais moléculas de gordura por grama, então ele precisa de cerca de 35 % mais soda por grama que o azeite de oliva. O óleo de coco comum derrete por volta de 24 °C (76 °F), então pode estar sólido ou líquido conforme o dia. As receitas costumam mantê-lo entre 20 e 30 %.

Óleo de palma, e o que o substitui

Ácidos palmítico e oleico em partes mais ou menos iguais, cerca de 43 % e 40 %. A palma dá uma barra dura e durável, com uma espuma cremosa e estável e pouco poder de limpeza. As receitas que a usam costumam colocá-la entre 25 e 30 %. O cultivo da palma tem sido associado ao desmatamento, então muita gente que faz sabão só compra palma com certificação de sustentabilidade, ou a deixa de fora. A banha e o sebo fazem o mesmo trabalho com gordura animal (a nossa barra de banha à moda antiga é quatro quintos banha), e as manteigas de karité e de cacau o fazem numa barra vegana; o guia de sabonete sem palma trata das trocas. Se você usar palma, derreta o pote inteiro e misture antes de pesar, porque ela se separa em partes mais duras e mais moles enquanto fica parada.

Manteiga de karité e manteiga de cacau

As duas são ricas em ácido esteárico, cerca de 42 % no karité e 34 % na manteiga de cacau (que também tem cerca de 27 % de palmítico). O ácido esteárico dá uma barra firme e uma espuma densa e cremosa. O karité costuma entrar com 10 a 20 %. A manteiga de cacau é mais dura e, acima de cerca de 15 %, pode fazer uma barra quebradiça, que racha. A manteiga de cacau não refinada tem cheiro de chocolate, e o cheiro passa para o sabonete; a desodorizada, não.

Óleo de rícino

Cerca de 89 % de ácido ricinoleico, um ácido graxo que nenhum outro óleo comum tem. O sabão dele se dissolve com facilidade, então um pouco de rícino faz a espuma vir mais depressa e durar mais. Cinco por cento é a quantidade habitual, e 10 % é mais ou menos o topo da faixa útil; acima disso, as barras tendem a ficar moles e pegajosas. O rícino também acelera o traço.

Óleo Principais ácidos graxos O que traz Parcela habitual na receita Índice SAP, mg KOH/g
Azeite de oliva oleico 69 % suavidade, condicionamento, tempo para trabalhar 40–60 %, até 100 % 184–196
Óleo de coco láurico 49 %, mirístico 19 % dureza, bolhas grandes, poder de limpeza 20–30 % 248–265
Óleo de palma palmítico 43 %, oleico 40 % dureza, espuma cremosa estável 25–30 % 190–209
Manteiga de karité oleico 47 %, esteárico 42 % firmeza, espuma cremosa 10–20 % 179–190, típico 183
Manteiga de cacau oleico 35 %, esteárico 34 %, palmítico 27 % dureza, espuma cremosa até 15 % 188–198
Óleo de rícino ricinoleico 89 % espuma mais farta e mais estável cerca de 5 %, raramente acima de 10 % 176–182

Os ácidos graxos são o meio da faixa publicada de cada óleo, segundo os documentos indicados na página de cada óleo. As parcelas habituais são convenções do ofício, não regras.

Por que três ou quatro óleos bastam

Cada óleo a mais é mais um frasco envelhecendo no armário e mais uma faixa publicada somando incerteza à soda. Quatro óleos já cobrem dureza, espuma e suavidade. Veja o que cada um acrescenta, partindo do azeite de oliva puro:

Mistura Dureza Poder de limpeza Condicionamento Espuma de bolhas Espuma cremosa
Azeite 100 % 17 0 82 0 17
Azeite 75, coco 25 32 17 64 17 15
Azeite 65, coco 25, karité 10 35 17 61 17 18
Azeite 60, coco 25, karité 10, rícino 5 35 17 62 21 22

Da nossa calculadora. O coco traz a dureza e a espuma, o karité firma a barra e acrescenta cremosidade, e o rícino acrescenta espuma quase sem custo em dureza.

Uma primeira mistura sensata

Essa última linha é a mistura com que a calculadora de soda abre: azeite de oliva 60 %, óleo de coco 25 %, manteiga de karité 10 % e óleo de rícino 5 %. Os óleos são fáceis de achar (azeite e óleo de coco em qualquer supermercado, manteiga de karité e óleo de rícino na farmácia, numa loja de produtos naturais ou em qualquer fornecedor de saboaria), a mistura não tem palma nem gordura animal, e fica dentro da faixa habitual em todas as qualidades. Com 1000 g de óleos, pede 139,1 g de hidróxido de sódio e 282,4 g de água, para 1421,5 g de massa. É a nossa barra sem palma para o primeiro lote.

Comece pela mistura da própria calculadora. 1000 g de azeite de oliva, coco, karité e rícino em 60/25/10/5 % pedem 139,1 g de hidróxido de sódio com 5 % de superfat (superengorduramento).

Abrir na calculadora

Troque o karité e parte do azeite por palma ou banha e você tem uma barra mais dura, que firma mais cedo:

Mistura (1000 g de óleos, 5 % de superfat) NaOH Dureza Poder de limpeza Condicionamento Bolhas Cremosa
Azeite 60, coco 25, karité 10, rícino 5 139,1 g 35 17 62 21 22
Azeite 40, coco 25, palma 30, rícino 5 141,5 g 42 17 55 22 29
Azeite 45, coco 25, banha 25, rícino 5 140,8 g 38 17 58 22 25
Azeite 40, coco 30, palma 30 144,1 g 45 21 51 21 25

Da nossa calculadora. A linha da palma é a nossa barra clássica de azeite, coco e palma. A última linha é a receita clássica de iniciante, o sabonete do dia a dia: uma boa barra, e um pouco ressecante.

Cada uma dessas mudanças altera a soda, e é por isso que cada uma tem o seu próprio número. Os livros e cursos em língua alemã costumam começar os iniciantes com outra mistura, o 25er: um quarto de cada um, azeite de oliva, óleo de canola, óleo de coco e óleo de palma. O guia do primeiro lote leva uma receita como essas da pesagem ao corte.

Até onde levar o coco e o rícino

Mantendo o karité em 10 % e o rícino em 5 %, e deixando o azeite de oliva compensar a diferença, veja o que o coco faz à medida que sobe:

Coco 15 % 20 % 25 % 30 % 35 % 40 %
Dureza 28 31 35 38 41 44
Poder de limpeza 10 14 17 20 24 27
Espuma de bolhas 15 18 21 25 28 32

Da nossa calculadora. A faixa habitual de poder de limpeza é de 12 a 22.

O poder de limpeza sai da sua faixa habitual um pouco acima de 30 % de coco, o que bate com a experiência de quem faz sabão: passando disso, muita gente acha a barra ressecante. O número, porém, não enxerga o superfat, e o óleo extra não saponificado suaviza o efeito, e é por isso que os sabonetes de sal feitos com 70 a 100 % de coco levam de 15 a 20 % de superfat. O guia de sabonetes de sal trata dessa exceção.

Faiola mostra a mesma coisa em Pure Soapmaking com três barras de azeite de oliva, coco e palma, todas com 5 % de superfat, e descreve como cada uma lava:

Azeite / coco / palma NaOH para 1000 g de óleos Dureza Poder de limpeza Condicionamento O veredito de Faiola
33 / 33 / 34 145,7 g 49 23 47 dura, bolhas grandes, pode ressecar
50 / 25 / 25 141,5 g 41 17 56 bolhas duradouras, limpa sem ressecar
90 / 5 / 5 131,2 g 21 4 77 bolhas pequenas e escorregadias; vira uma gosma onde fica molhada

Soda e qualidades da nossa calculadora; os vereditos são dela.

O rícino se comporta de outro jeito. Na mesma mistura, subi-lo de 5 % para 20 % leva a espuma de bolhas de 21 para 35 e a espuma cremosa de 22 para 34, e a dureza quase não se mexe. Pelos números, o rícino só melhora. Na forma, não: bem acima de 10 %, as barras ficam moles e pegajosas, por mais tempo que fiquem em cura. Os números de qualidade são somas de ácidos graxos e não têm como enxergar a pegajosidade, então mantenha o rícino em cerca de 5 % até ter feito alguns lotes.

Por que o sabão 100 % azeite de oliva é lento

O sabão de azeite de oliva puro é o sabão de Castela, um dos sabões mais antigos que existem. Pela tabela de qualidades, ele é mole demais (dureza 17) e não limpa nada (poder de limpeza 0). Na prática, dá uma barra muito suave e durável, mas demora muito para chegar ao traço, fica mole por semanas, e a espuma parece gosmenta até ele ter passado por uma cura longa. Isso faz dele um primeiro lote lento. O guia do sabão de Castela e a nossa receita de sabão de Castela são o lugar para começar quando você quiser fazê-lo.

Como comprar os óleos

Grau alimentício serve. Os óleos e as gorduras de cozinha do supermercado fazem um sabão excelente, e é o que a maioria das pessoas usa; a nossa barra de óleos de supermercado não precisa de mais nada. O frescor importa mais que o tipo: óleo rançoso faz sabão com cheiro de ranço. Compre o que você vai usar em poucos meses e guarde em lugar fresco e escuro.

Os tipos de azeite de oliva são definidos na norma de alimentos do Codex. O azeite virgem e o extravirgem são prensados e extraídos só por meios físicos. O azeite refinado é azeite virgem que passou por refino. O que se vende simplesmente como azeite de oliva é uma mistura de refinado e virgem. O óleo de bagaço de oliva é extraído, geralmente com solventes, da polpa que sobra depois da prensagem, e depois refinado e misturado. Todos fazem sabão, com quase a mesma soda: o índice de saponificação é de 184 a 196 mg KOH/g para os azeites e de 182 a 193 para o bagaço. O óleo de bagaço pode ter até o dobro de matéria insaponificável (30 g/kg contra 15), e chega ao traço mais depressa: os sabões de azeite de Cavitch, mexidos à mão, levaram de 7 a 40 minutos para chegar ao traço conforme o tipo, o bagaço mais rápido, o extravirgem mais lento. O azeite extravirgem custa mais e pode deixar a barra esverdeada, sem nenhuma vantagem clara no sabão; para uma barra branca, Cavitch escolhia um azeite refinado que parece amarelo vivo no frasco. Na calculadora, escolha Azeite de oliva para azeite virgem, refinado ou misturado e Óleo de bagaço de oliva para o bagaço.

O óleo de coco vem em três formas fáceis de confundir. O óleo de coco “76 graus” é o óleo de coco comum, chamado assim pelo ponto de fusão de cerca de 76 °F (24 °C). O óleo de coco “92 graus” foi hidrogenado para derreter mais alto, por volta de 30 a 38 °C; a calculadora o chama de Óleo de coco hidrogenado. O óleo de coco fracionado, vendido como óleo TCM (ou MCT) ou como triglicerídeo caprílico/cáprico, é outro óleo: um líquido feito quase só de ácidos caprílico e cáprico, sem o ácido láurico que deixa o sabão de coco duro, e precisa de cerca de 30 % mais soda por grama que o óleo de coco comum. Na calculadora, ele é Triglicerídeos de cadeia média.

As manteigas vêm refinadas ou não refinadas, e as duas funcionam. A calculadora tem tanto a manteiga de karité quanto a manteiga de karité refinada; escolha a que você comprou.

Nunca troque um óleo sem recalcular

Cada óleo tem o seu próprio índice de saponificação, então cada troca de óleo muda a soda. Algumas trocas quase não fazem diferença e outras fazem uma barra cáustica, e não dá para saber qual é qual só de olhar. Este é o nosso sabonete do dia a dia (azeite 40, coco 30, palma 30, 1000 g de óleos), que precisa de 144,1 g de hidróxido de sódio com 5 % de superfat, com um óleo trocado e a quantidade de soda antiga mantida:

Troca Soda de que a nova mistura precisa Superfat com os antigos 144,1 g
Palma por banha 143,7 g 4,7 %
Azeite por girassol alto oleico 143,6 g 4,7 %
Palma por manteiga de karité 140,8 g 2,7 %
Coco por azeite de oliva 130,6 g −4,8 %, excesso de soda
Palma por óleo de coco 155,7 g 12,1 %, muito mais óleo livre do que o pretendido
Coco por coco fracionado 160,1 g 14,5 %, muito mais óleo livre do que o pretendido

Da nossa calculadora, mesmos pesos, 5 % de superfat pretendido.

Trocar o coco por azeite de oliva, a mudança mais inocente da lista, transforma 5 % de superfat em soda livre. Por isso, toda mudança, por menor que seja, volta para a calculadora de soda antes de qualquer pesagem. A regra prática de Faiola mantém a própria barra perto da original: troque gorduras sólidas por sólidas e óleos líquidos por líquidos, e depois recalcule (Pure Soapmaking).

Como consultar um óleo

Cada óleo da nossa referência de óleos tem a sua própria página, com a faixa de saponificação, os ácidos graxos, o índice de iodo e o documento de onde veio cada número. Comparar óleos coloca até seis lado a lado e deixa você experimentar uma mistura deles. Depois de escolher os seus, o próximo passo é usar a calculadora de soda, campo por campo.

Receitas para experimentar

Todas as receitas

Fontes

As notas sobre estas fontes estão na página em inglês, com as palavras conferidas em cada documento.

  1. Standard for Named Vegetable Oils (CXS 210-1999) . Codex Alimentarius Commission (FAO/WHO) .
  2. Standard for Olive Oils and Olive Pomace Oils (CXS 33-1981) . Codex Alimentarius Commission (FAO/WHO) , 2015.
  3. Standard for Named Animal Fats (CXS 211-1999) . Codex Alimentarius Commission (FAO/WHO) .
  4. USP-NF monographs: Castor Oil, Cocoa Butter, Medium-Chain Triglycerides, Hydrogenated Coconut Oil . United States Pharmacopeial Convention .
  5. Japanese Pharmacopoeia, 18th edition: Coconut Oil . Ministry of Health, Labour and Welfare, Japan , 2021.
  6. Regional Standard for Unrefined Shea Butter (Africa), CXS 325R-2017 . Codex Alimentarius Commission (FAO/WHO) , 2022.
  7. Triterpene alcohol and fatty acid composition of shea nuts from seven African countries . Akihisa T. et al., Journal of Oleo Science 59(7) , 2010.
  8. Soap Crafting . Anne-Marie Faiola, Storey Publishing , 2013.
  9. Pure Soapmaking . Anne-Marie Faiola, Storey Publishing , 2016.
  10. The Natural Soap Book . Susan Miller Cavitch, Storey Publishing , 1995.
  11. The Complete Photo Guide to Soap Making . David Fisher, Creative Publishing International , 2018.